FAQ – Perguntas e respostas sobre a Confraternização do Sintietfal

A festa é para quantas pessoas?
– É para 700 pessoas.
Mas para quem?
– Em primeira instância, para sindicalizados, que têm direito a levar um acompanhante (que não precisa ser sindicalizado), além de crianças de até 10 anos (que, obviamente, não são sindicalizadas). Além desses, é necessário contabilizar os trabalhadores do evento (banda, seguranças, recreadores, etc.). Por fim, o sindicato convida algumas pessoas para a festa.
Quem são as pessoas convidadas pelo sindicato?
– O sindicato convida seus funcionários (4 + 1 estagiária) e prestadores de serviço (escritório de advocacia, escritório de contabilidade, etc.). Como o sindicato é uma entidade política, com relações políticas, convida também outros sindicatos para a festa. Em cada um desses caso, apenas um convite é enviado por funcionário / prestador de serviço / sindicato, com direito a apenas um acompanhante.
Tá, mas quantos ingressos são disponibilizados para os sindicalizados?
– Inicialmente, 325 ingressos, prevendo que cada sindicalizado levaria um acompanhante, totalizando 650 pessoas. Caso se constate que um número significativo de sindicalizados não levará acompanhante, novos ingressos podem vir a ser disponibilizados.
Mas, se somos mais mil sindicalizados, por que a festa é só para 325 sindicalizados?
– Por alguns motivos. Primeiro, porque não é óbvio que todos os sindicalizados sejam afeitos a festas; segundo, porque, mesmo que sejam, não é óbvio que todos possam participar da festa na data marcada. Superdimensionar a festa seria um desperdício inaceitável dos fundos do sindicato. Assim, a coisa fiscalmente responsável é tentar planejar uma festa para o número certo de pessoas.
Mas como vocês podem saber o número certo de pessoas que vão para a festa?
– Simples: não podemos. (Ou: nenhum de nós da Comissão pode.)
Construímos uma estimativa, baseada num modelo alimentado com dados das festas anteriores. A festa de 2024, programada para 650 pessoas, não foi completamente preenchida. A festa de São João – uma festa tradicionalmente menor que a de fim de ano – foi programada para 500 pessoas. No fim, todas as pessoas da lista de espera receberam ingressos e, além disso, houve uma ausência de aproximadamente 7% do previsto. Com base na alta procura pela festa de São João, mas também com os dados da festa do ano passado, projetamos uma festa de fim de ano para 650-700 pessoas, entendendo que esse número se aproximaria do total de interessados possibilitados de ir à festa.
Mas essa decisão foi tomada pela diretoria, sem ouvir a base?
– Na verdade, as confraternizações do Sintietfal foram pauta da Assembleia do dia 30 de maio de 2025, com convocação em 27 de maio de 2025. Nessa Assembleia, foi decidido que haveria 3 confraternizações no corrente ano de 2025 – a do São João; uma referente ao dia do servidor público; e a de final de ano. Também foi decidido que a festa de São João atenderia por volta de 500 pessoas e que a de final de ano atenderia por volta de 700 pessoas. Por fim, foi dada autonomia à Comissão de Organização de Eventos para tocar os trabalhos, tendo como norte a última festa de fim de ano e seu orçamento.
Sei… e quem faz parte da Comissão de Organização de Eventos?
– A Comissão, como qualquer outra do sindicato, é aberta a sindicalizados (algumas, com restrições: por exemplo, para fazer parte da Comissão que gerencia o plano de saúde, o sindicalizado precisa ser usuário do plano). Nem nessa assembleia, nem posteriormente, nomes da base se voluntariaram para participar da organização – exceto Artur, que foi um gigante na organização do São João, mas precisou se ausentar na organização da festa de fim de ano. Isso significa que, agora, membros da diretoria do sindicado se desdobraram (entre essa e suas outras funções de pasta, bem como de outras comissões de que fazem parte e de suas tarefas enquanto servidores) para fazer essas confraternizações acontecerem, como determinado em Assembleia pela base. Explicitamente, a Comissão é atualmente composta por Andréa Moraes, Anna Júlia, Daniela Botti, Geórgia, Luís Márcio, Manuela Kaspary, Miguel, Thayse Janaína, Yuri. Prazer!
Certo, mas por que vocês distribuíram ingressos por lote?
– Como não podemos garantir um ingresso por sindicalizado, a ideia que nos motivou foi a de garantir igualdade de oportunidade aos sindicalizados na reserva de seu ingresso. Em anos anteriores, isso claramente não era observado: por exemplo, quando era necessário retirar o ingresso presencialmente na sede do sindicato, isso criava uma diferença de oportunidade entre os servidores do campus Maceió e os servidores dos demais campi (ou, talvez mais precisamente, entre os moradores de Maceió e os moradores de outras cidades). Fazer a distribuição de ingressos online torna, nesse aspecto, o acesso ao ingresso mais equânime.
Em segundo lugar, foi decidido que os ingressos seriam distribuídos em 3 lotes, por mais de uma razão. A primeira foi que um lote liberado num dia e horário aleatório poderia ser mais conveniente para alguns servidores que para outros (por exemplo, os que tinham reuniões ou aulas naquele dia e horário). Variando o dia e o horário, embora não garantíssemos, aumentávamos a chance de dar uma maior igualdade de oportunidade a mais pessoas. Segundo, havia a ideia de que algumas pessoas poderiam estar desinformadas no lançamento do primeiro lote; dividindo em lotes, há mais tempo hábil de mais pessoas se informarem sobre a festa. Por último, algumas pessoas podem precisar de tempo para compatibilizar sua agenda com a da festa; foi por isso que julgamos importante distribuir ingressos inclusive na semana prévia à da festa, para dar oportunidade a mais pessoas de se organizarem para ir (pense, por exemplo, nos colegas do interior, que precisam de toda uma logística para ir a Maceió).
Vocês falam em igualdade de oportunidade, mas como ficam as pessoas que não sabem preencher um GoogleForms? Ha!
– De fato, o letramento digital não é uniforme em nossa base (embora não tenhamos um levantamento preciso sobre isso), e isso é algo que nos preocupa. Foi por isso que reservamos um número limitado de ingressos para pessoas que comprovadamente têm dificuldades nessa questão.
Sim, mas os lotes acabaram muito rápido…. por quê???
– Cada lote foi lançado com um número limitado e predeterminado de ingressos. Quando o número de ingressos disponível se esgotou, o lote acabou e o formulário foi automaticamente fechado.
Havia quantos ingressos por lote?
– No primeiro lote, foram disponibilizados 100 ingressos, que se esgotaram em 27 minutos. No segundo lote, foram disponibilizados 130 ingressos, que se esgotaram em 20 minutos. No terceiro lote, serão disponibilizados 85 ingressos.
Sim, mas eu não consegui meu ingresso.
– Sentimos muito, muito mesmo. Tente novamente no terceiro lote!
Tá, mas aposto que a toda a diretoria reservou seu ingresso antes…
– Não houve e não há reserva de cadastro para diretores sindicais. Todos que conseguiram seus ingressos passaram pelo mesmo processo que a base. Nem todos os diretores conseguiram; e, aliás, nem todos têm interesse ou disponibilidade de ir à festa.
Mas alguma vantagem vocês levaram!
– Bom… alguns de nós provamos o buffet contratado; outros provaram os drinks; é possível que mais alguns provem os chopps. A verdade é que não foi exatamente fácil coordenar as agendas de todo mundo para essas provas acontecerem. Chegou a ser uma vantagem? Tendemos a achar que não. (Provar não é só provar, obviamente; é avaliar se o prestador de serviço está à altura do trabalho que é atender a uma festa do porte da nossa. Há uma grande responsabilidade nisso.)
Tá, mas aqui: por que não fazer uma festa apenas para sindicalizados? Em vez de atender a um público de 325 sindicalizados, contemplariam 650!
– Basicamente, porque decidimos seguir o padrão das festas anteriores, que nos pareceram bem sucedidas (não apenas com base na nossa avaliação pessoal, enquanto participantes da festa – e, lembrando, a festa passada foi promovida por outra gestão sindical, da qual a maioria de nós não fazia parte -, mas também com base na avaliação de várias outras pessoas). Inovar sempre traz um risco; a expectativa em torno da festa do sindicato parece muito entranhada e específica para arriscarmos. Também, planejar uma festa nos moldes passados significa aproveitar uma série de conhecimentos e contatos prévios, o que torna o trabalho um pouco mais fácil. Em suma: essa é uma festa que dá certo, provavelmente por oferecer algumas coisas que a tornam atraente. Mudar uma coisa ou outra poderia resultar numa festa menos atraente, com menos procura e, portanto, um desperdício.
No rol de coisas que nos parecem características esperadas e bem avaliadas das festas do sindicato estão as seguintes: (I) a possibilidade de levar um acompanhante (que não precisa ser sindicalizado); (II) a possibilidade de levar crianças; (III) a estrutura que atende as crianças; (IV) música ao vivo; (V) comida à vontade; (VI) bebidas de variados tipos à vontade; (VII) mesas e cadeiras para acomodar os sindicalizados.
Poderíamos ter repensado algum ou alguns desses itens? Certamente! Mas isso resultaria numa festa muito distinta, de aceitação imprevisível. Poderíamos ter feito uma festa estilo rave, sem crianças, acompanhantes e mesas, e acomodar no mesmo salão um número muito maior de pessoas? Sim! Poderíamos ter feito um piquenique em que cada um levava sua comida e sua bebida, e o sindicato teria um orçamento maior para alugar um espaço que comportasse os sindicalizados e sua família? Com certeza! Mas, diante da incerteza de que essas festas gerariam o mesmo interesse que nossa tradicional festa de fim de ano, e diante da certeza de que nossa tradicional festa de fim de ano gera interesse, preferimos apostar no certo em vez de arriscar no duvidoso.
Mas se vocês seguiram o modelo de festas anteriores, por que mudaram as coisas?
Quais, por exemplo?
No São João, por exemplo, foi permitida a entrada de crianças de até 12 anos… Agora, o limite é 10 anos.
A festa de São João foi feita em outro salão de festas, com outro buffet, com outras regras. As regras do atual salão e do atual buffet impedem que aceitemos crianças com mais de 10 anos gratuitamente.
E por que agora acompanhantes precisam entrar com sindicalizados?
Porque houve rumores de que, em festas anteriores, sindicalizados reservavam o convite sem a intenção de ir, mas com a intenção de presentear (ou vender a) um não sindicalizados. No nosso entender, isso é grave e deve ser coibido.
E por que agora estão exigindo a apresentação de documentos?
Novamente, porque há rumores de que pessoas não sindicalizadas se passaram por sindicalizados em edições anteriores da festa. Chocante, né? Pois é…
Mais alguma dúvida?
Sim, só mais uma. Posso levar meu pet?
Não!


