Ato no campus Maceió marca início da paralisação de 48 horas no Ifal

Dezenas de servidoras e servidores marcaram presença no campus Maceió, nesta quarta-feira, dia 10 de setembro, pela manhã, para se somar ao ato unificado em defesa dos serviços públicos e do cumprimento dos acordos de greve.
A mobilização faz parte da paralisação nacional de 48 horas, marcada pelo Sinasefe, que busca pressionar o governo para implantar os pontos pendentes dos acordos da greve de 2024 e o Congresso Nacional para não avançar o projeto de reforma administrativa.
Com panfletos, faixa e carro de som, TAEs e docentes presentes no ato dialogaram com estudantes, que participam dos jogos internos, assim como terceirizadas e terceirizados, que estavam no campus. O ato também encontrou o Reitor do Ifal, Carlos Guedes, que foi cobrado publicamente de maior compromisso com a educação pública e da dispensa do ponto docente.
“Uma das questões que precisam ser pontuadas aqui é que pode ser ato do reitor, por exemplo, aquilo que o governo se comprometeu conosco e ainda não cumpriu, como o fim do ponto docente e o estabelecimento das 30 horas para TAEs”, cobrou Andrea Moraes, diretora do Sintietfal.
Ao microfone, o reitor respondeu que as 30 horas já foi resolvida no Ifal e que o ponto docente dependeria do Congresso Nacional, do MGI e, principalmente, do MEC. Entretanto, já existem Institutos Federais, como o Ifsul, que dispensaram o ponto via portaria, tendo como justificativa o próprio acordo de greve.
Agenda
A programação da paralisação de 48 horas, como definida em Assembleia Geral, deve seguir de maneira descentralizada nos campi. A direção executiva do Sintietfal estará presente neste segundo dia de paralisação em Satuba, pela manhã, e no Benedito Bentes, pela tarde.


