Delegação do Sintietfal participa do 1º Encontro Nacional de Diversidade Sexual e de Gênero do Sinasefe
O mês do orgulho LGBTQIAPN+ deste ano teve uma marca especial para o Sinasefe. Entre os dias 18 e 22 de junho, o sindicato nacional realizou o seu 1º Encontro da Diversidade Sexual e de Gênero, reunindo em São Paulo 130 pessoas, representantes de 38 seções sindicais de todo o país.
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O Sintietfal esteve presente por meio de uma delegação formada por integrantes dos Núcleos de Gênero e Diversidade Sexual (Nugedis) do Instituto Federal de Alagoas (Ifal): os docentes José de Oliveira Junior, Diogo Souza, Otávio Monteiro, Cosme Rogério e a TAE Acássia Deliê.
Com o tema “Sinasefe pela diversidade: a luta LGBTQIAPN+ nas Instituições Federais de Ensino!”, o evento reuniu exclusivamente pessoas sindicalizadas autodeclaradas integrantes da comunidade LGBTQIAPN+. O Encontro foi fruto do avanço do debate de diversidade e gênero dentro dos fóruns do Sinasefe, resultando na criação da diretoria políticas para LGBTQIAPN+ e na convocação deste primeiro Encontro Nacional.
“Levando em consideração que vivemos em um momento histórico da aproximação das pautas sindicais com questões de gênero e de sexualidade, é de extrema relevância construir um momento coletivo em que a comunidade LGBTQIAPN+ da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica pudesse expressar como as questões de inclusão estão sendo tratadas em seus espaços de trabalho”, afirmou Diogo Souza, membro da delegação do Sintietfal no evento.
O Encontro contou com três dias de debates sobre atuação sindical LGBTQIAPN+, interseccionalidades e experiências institucionais de núcleos de diversidade sexual, resultado na Carta de São Paulo, aprovada na plenária final do evento. Os dois últimos dias foi dedicado à participação política nas ruas, integrando a 23ª Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais e a 29ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo.
“Muitas companheiras e muitos companheiros disseram que sofreram, em suas bases, para estar aqui os cinco dias, inclusive porque ouviram de colegas que a participação nesse evento era somente por conta da Parada LGBT. Tal posicionamento reflete uma falta de compreensão do movimento político que existe na Parada. Estou falando isso, porque, quando eu disse que não iria ficar na Parada, por motivos pessoais em Maceió, o presidente do Sintietfal, Yuri Buarque, frisou que a parada fazia parte da programação. Com os relatos daqui, parabenizo a consciência do Sintietfal em entender a programação completa desse evento e garantir a nossa presença nos 5 dias”, afirmou o professor do Ifal, José de Oliveira Júnior.














