Reitoria do Ifal ignora situação dos campi e se omite diante das chuvas em Alagoas
Desde o início das chuvas e do alerta meteorológico da Defesa Civil, a reitoria do Ifal desapareceu e se eximiu de qualquer posicionamento público acerca do tema. São três dias letivos, em que as chuvas têm gerado insegurança para a comunidade acadêmica, mas a reitoria simplesmente ignora.
Ao invés de orientar os campi e dar diretrizes para diretoras/es gerais agirem para garantir a segurança da comunidade acadêmica, de acordo com os alertas da defesa civil e considerando a realidade de cada campus, a Reitoria do Ifal decidiu não emitir notas, não ir à imprensa ou, ao menos, fazer uma postagem em suas redes digitais.
Enquanto isso, nos campi, as servidoras e os servidores precisam pressionar gestões locais pela suspensão das atividades presenciais e exigir paridade de tratamento entre docentes e TAEs. Já estudantes em Maceió decidiram até realizar paralisações para defender a segurança da comunidade acadêmica.
Desta forma, o Sintietfal cobra publicamente que o Reitor do Ifal e sua gestão se pronunciem acerca desde momento e oriente demais gestoras e gestores sobre as atividades na instituição em períodos de calamidades ou situações adversas.
“A reitoria do Ifal simplesmente ignora a situação de alerta em Alagoas e deixa sem orientação os campi e suas servidoras e seus servidores. Não faz ao menos uma postagem nas redes para quem busca a informação se o Ifal vai abrir ou não. Precisamos que a gestão central apareça e se pronuncie”, afirma Yuri Buarque, presidente do Sintietfal.



