1 de julho de 2024

Aposentados/as do Ifal: “Não queremos apenas manter nosso vínculo, mas também participar ativamente da gestão do Ifal”

Professora Ângela Baraldi concedeu entrevista para a rádio Joven Pan

A docente aposentada Ângela Baraldi levou a luta em defesa do retorno das aposentadorias e pensões para o Ifal à rádio Joven Pan, na manhã desta segunda-feira, dia 1 de julho. A entrevista foi realizada ao vivo no programa Jornal da Manhã, coordenado pelo jornalista João Mousinho.

“Estou representando um coletivo de aposentados/as e pensionistas do Ifal, que a partir do decreto, o de nº 10.620/21, transferiu as aposentadorias e pensões para o INSS. Foi um decreto presidentecial, do antigo governo, mas que foi imediatamente acatado pelo reitor, Carlos Guedes”, disse a aposentada.

Na entrevista, a docente apresentou o histórico da luta e impasses atuais para a reversão dos efeitos do decreto.

“Nós temos o apoio do sindicato, o Sintietfal, e da Assifal. Mediante a mobilização deles, conseguimos acesso ao reitor. Devido à pressão, principalmente dos movimentos sindicais, ele resolveu colocar em pauta na reunião do Conselho Superior e aprovou que o reitor enviasse um documento pedindo o fim do convênio. Qual o nosso questionamento atual? Ele fez o documento e lavou as mãos. O que a gente quer? Empenho! Se a Ministra disse não, mas enquanto reitor cobre! Tente!”, explicou Ângela.

Durante os 16 minutos de sabatina, a aposentada explicou os prejuízos causados aos/às servidores/as do Ifal e lamentou a atitude do gestor atual. “O reitor foi eleito com o discurso de gestão democrática e na hora de transferir não escutou nem o conselho superior. Nós achamos que foi uma atitude autoritária e desrespeitosa”.

No final, Ângela agredeceu o espaço na rádio e apresentou que os/as aposentados/as querem não apenas manter o vínculo, mas também participar mais ativamente da gestão do Ifal. “As pessoas têm que saber o que aconteceu com a gente, o que tirou nossa paz. Estou aposentada e poderia estar descansando mesmo. Era o momento de descansar e estar todo mundo inquieto e inseguro. Então, a gente reivindica a revogação, a gente reivindica o empenho do reitor, porque o erro partiu dele”, concluiu defendendo o direito ao voto para reitor e espaço no conselho superior.

1 de julho de 2024

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