26 de setembro de 2023

Nota do Sintietfal em solidariedade ao MST e à companheira Débora Nunes

A perseguição sofrida pelo MST, através da CPI farsante no Congresso Nacional, levada a cabo pela extrema-direita bolsonarista, chega na sua reta final, de forma melancólica, como não podia ser diferente, pelo menos por dois motivos.

O primeiro: o MST é o mais importante movimento social dos últimos 40 anos no Brasil, com contribuição inestimável para a segurança alimentar, a preservação da natureza e fortalecimento da democracia no país.

Segundo: a CPI foi imposta pela extrema-direita bolsonarista, tendo à frente figuras que não têm nenhum respeito pela sociedade e estão sofrendo com investigações de vários crimes, a exemplo do relator, o deputado bolsonarista Ricardo Salles, um capacho do agronegócio.

Em seu pífio relatório, Salles pede o indiciamento de 11 pessoas, entre elas, a militante do MST Débora Nunes.
Estamos falando de uma mulher, que a partir de Alagoas, tem se dedicado a defender a vida, a luta das mulheres, a produção de alimentos, a agroecologia, a reforma agrária, o desenvolvimento do campo e da cidade, a construção de uma sociedade democrática e sem injustiças e exploração. Uma militante que já recebeu vários prêmios de reconhecimento pela sua trajetória.

É essa mulher guerreira que tanto orgulha a classe trabalhadora alagoana, que Salles, para atender aos interesses do agronegócio e do bolsonarismo, busca criminalizar.

Entre os motivos: frear o avanço da reforma agrária e da agroecologia no governo Lula; e mudar o foco das investigações contra a família do ex-presidente e contra o próprio Bolsonaro.

Desta forma, o Sintietfal repudia a perseguição contra a companheira Débora Nunes e reafirma a importância do avanço da sua luta, da nossa luta pela reforma agrária no Brasil!

Viva o MST e a luta social!

Maceió, 26 de julho de 2023
Diretoria Executiva do Sintietfal

26 de setembro de 2023

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