182ª Plena debate resoluções da Mesa Nacional de Negociação Permanente
A 182ª Plenária do Sinasefe, realizada no dia 12 de agosto, de forma virtual, debateu a campanha salarial 2024, destacando a reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente da última semana e aprovou um calendário de mobilização para dia 14 a 25 de agosto. O presidente Yuri Buarque e o diretor Arthur Barbosa foram os delegados do Sintietfal que participaram da plenária virtual.
A reunião da MNNP teve como pauta o revogaço e a recomposição salarial das perdas acumuladas (de julho de 2010 até a presente data) e não foi marcada por muitos avanços. Com isso o Sinasefe enfatizou a necessidade de mobilização, chamando a atenção do Governo Federal e tensionando o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
++ Mesa Nacional: Governo Federal não apresenta proposta de reajuste para funcionalismo federal
A 182ª Plena contou com 123 presentes, sendo 58 delegados/as, 38 observadores/as e 27 membros da Direção Nacional, representando 33 seções sindicais.
Resumo da 177ª Plena do Sinasefe
Aprovação da pauta
A 182ª PLENA teve início às 8h30, com a aprovação da sua pauta. Em relação à pauta inicial, apenas uma alteração: o ponto Campanha Salarial 2024 foi renomeado para Análise de Conjuntura.
Informes das seções
Os informes das seções sindicais tiveram início às 9h45 e foram até às 11h45
As falas dos representantes das bases sindicais se concentraram em repercutir as atividades da Campanha Salarial 2024 (com destaque para o Dia de Paralisação da Educação Federal por salário e carreira de 10/08), os debates sobre reestruturação das carreiras e as atividades para filiação de novos sindicalizados.
Conjuntura política
Após intervalo para almoço, teve início às 13h32 o debate sobre análise de conjuntura política, com ênfase na Campanha Salarial 2024 – Mesa Nacional de Negociação Permanente, Mesas Específicas/Temporárias e Mesa Setorial.
Elenira Vilela, coordenadora geral do Sinasefe, deu informes sobre as reuniões da MNNP de 25 de julho e de 10 de agosto, que debateram, respectivamente, o revogaço (revogação de todas as Medidas Provisórias, Portarias e Decretos que atacam os servidores e os serviços públicos) e a recomposição salarial das perdas acumuladas (de julho de 2010 até a presente data). E Artemis Martins, coordenadora geral do Sinasefe, complementou falando sobre a necessidade do SINASEFE em se mobilizar em peso, chamando a atenção do Governo Federal e tensionando o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
Em falas intercaladas entre homens e mulheres, foi marcante o descontentamento das bases pela não apresentação, pelo Governo Lula, de um índice de reajuste para funcionalismo federal na reunião da MNNP.
Outro ponto recorrente nas falas foi de que a argumentação do Governo – de que à medida em que o PL do Arcabouço Fiscal ainda não foi aprovado pela Câmara dos Deputados, o Executivo Federal não consegue mensurar quanto terá de orçamento disponível para recompor salários – visa levar os servidores à defesa de uma ideia legislativa inaceitável para a classe trabalhadora, que é a do Arcabouço Fiscal.
O evento foi encerrado com a aprovação das resoluções e das propostas apresentadas.



