5 de maio de 2017

Diretoria do Sintietfal, TAEs e Gestão de Marechal Deodoro se reúnem para discutir sobre PE

Os TAEs do Câmpus Marechal Deodoro não precisarão mais ter receio de serem prejudicados ao boicotar o Ponto Eletrôico. Agora, as chefias do câmpus deverão registrar a ocorrência ‘adequação ao ponto eletrônico’ aos servidores que boicotarem o ponto, mas estiverem presentes.

A medida foi concedida, após uma reunião entre a diretora de Comunicação do Sintietfal, Marília Souto, o diretor municipal do Sintietfal em Marechal Deodoro, Ederson Matsumoto, o diretor de Formação de Política do Sintietfal, Fabiano Duarte, e representantes dos TAES e da atual gestão do Câmpus. 

Os servidores tinham reclamado, durante Assembleia Municipal, realizada na última quarta-feira (26), que a direção da instituição havia elaborado um documento para controle da frequência dos docentes. 

A diretora geral do IFAL Marechal Deodoro, Marília Góis, chegou a afirmar que não estava sendo realizado um ponto manual pelos professores, pois o documento só servia para controlar a presença deles no Câmpus.

Na ocasião, também foi exposta a luta que o Sintietfal vem travando pela ampla flexibilização da jornada de trabalho em 30 horas, questão já foi passada para o setor jurídico do sindicato.    

Para o diretor municipal do Sintietfal em Marechal Deodoro, Ederson Matsumoto, a reunião foi extremamente produtiva para toda luta levantada pela categoria. “Ao final da reunião conseguimos estreitar a relação entre entidade classista, base e gestão. Uma vitória da disposição ao diálogo amistoso, porém efetivo, entre o Sintiefal e as gestões do Ifal, caminho que desde sempre quisemos trilhar para reivindicar os nossos direitos”, afirmou.

Boicote ao Ponto Eletrônico

O  Câmpus de Marechal Deodoro se soma a outros Campi que já estão boicotando o PE, como Arapiraca, Satuba, Coruripe, Viçosa, Maragogi, Palmeira dos Índios, Piranhas, Penedo, São Miguel dos Campos e Santana do Ipanema. A campanha pelo boicote vem crescendo a cada dia e os números só confirmam o descontentamento dos servidores com essa imposição da Reitoria.

Para os servidores que o formato de registro de frequência imposto pela Reitoria é inviável e ineficaz, devido à natureza dos Institutos Federais de promover o ensino, pesquisa e extensão.

5 de maio de 2017

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