Assembleia Geral reafirma luta do Sintietfal contra o Ponto Eletrônico
Reunidos em Assembleia Geral do Sintietfal, nesta segunda-feira (22), no auditório de Informática do câmpus Maceió, os servidores do IFAL avaliaram a nova sugestão feita pela Reitoria para o formato de registro de frequência dos servidores da instituição.
A proposta apresenta como eficaz o retorno do ponto presumido para os Técnicos Administrativos em Educação (TAEs) e a adoção do PIT (Plano Individual de Trabalho) e do controle manual de aulas para os docentes. A sugestão foi apresentada pelo Reitor Sérgio Teixeira, durante reunião com representantes do Sintietfal, na última quarta-feira (17).
Para o presidente do Sintietfal, Hugo Brandão, o acordo reafirma a luta do sindicato contra o Ponto Eletrônico. “ Estamos animados em ver a disponibilidade da Reitoria em negociar junto com a categoria uma solução para o impasse do PE. Entendemos que esse ato é um grande avanço frente ao que estávamos enfrentando, mas longe de ser o que desejamos para a categoria”, afirmou.
O Sintietfal vem lutando nacionalmente para que o acordo da greve passada seja respeitado e tenhamos isonomia entre os docentes da carreira EBTT e os docentes do Magistério Superior, bem como o fim do Ponto Eletrônico para os técnicos-administrativos e a flexibilização de 30 horas na jornada de trabalho.
31º Consinasefe
Durante a AGE, também foi apresentado para os servidores o resumo da participação do Sintietfal no 31° Consinasefe. O Sintietfal participou do congresso ativamente, defendeu posicionamentos e conseguiu aprovar emendas ao estatuto
A principal votação do congresso, ao qual o diretor do Sintietfal, Ederson Matsumoto, subiu à tribuna para sua defesa, foi a manutenção da filiação do Sinasefe à CSP-Conlutas. A proposta de passar a ter apenas o vínculo com a entidade, foi derrotada por 217 a 144 votos e 21 abstenções.
A programação do Consinasefe também foi marcada por diversas manifestações contra o governo Temer e contra o assédio moral. Em Salvador, logo após os escândalos que envolveu Temer, houveram atos em dois dias seguidos e os representantes do sindicato se juntaram aos demais manifestantes e ocuparam as ruas.


