4 de abril de 2017

Docentes de Palmeira dos Índios pedem a suspensão do Ponto Eletrônico

Os professores do IFAL Câmpus Palmeira dos Índios elaboraram documento apontando as incoerências da implantação do Ponto Eletrônico no cotidiano acadêmico e pedindo sua suspensão. O material, com 66 assinaturas, foi entregue à Reitoria do IFAL na manhã desta terça-feira, 4 de abril.

 

No documento, os docentes buscam demonstrar a similaridade da carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) com a de Magistério Superior (MS) e argumentam a incompatibilidade do controle de frequência com a atividade docente.

 

O texto cita o caso Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo como referência na luta pela flexibilização do controle de frequência, onde os docentes foram dispensados do registro. Confira aqui o parecer do IFSP.

 

Apresenta também, dentre outros argumentos, o acordo de greve nº 19/2015, no qual o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão se compromete em estabelecer a equiparação da carreira EBTT com o Magistério Superior. E cita que à época do Decreto nº 1.590, de 1995 e do Decreto nº 1.867, de 1996, que dispõem sobre registro de assiduidade e pontualidade, não existia da carreira EBTT.

 

Dossiês

 

A elaboração desse material segue a deliberação já aprovada pela categoria, no dia 10 de março, durante a Assembleia Geral, realizada na sede do Sintietfal. Na ocasião, ficou determinado a preparação de documentos e dossiês apontando os problemas locais relacionados ao ponto eletrônico ou questões do mecanismo que entrem em choque com a atividade dos servidores.

4 de abril de 2017

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