15 de fevereiro de 2017

Assembleia Geral avalia reunião com Reitor e elege delegado à Plena do Sinasefe

O Sintietfal realizou sua Assembleia Geral nesta quarta-feira, 15 de fevereiro, no Auditório de Edificações do IFAL �EUR” Câmpus Maceió. Entre os principais temas em debate, estiveram os informes da reunião com o Reitor, o conselho fiscal do Sintietfal e a eleição de delegado à 148ª Plena do Sinasefe.

 

Os servidores apresentaram também denúncias de perseguição política, fruto da greve de 2016, e de procedimentos inapropriados da Gestão. O diretor do Sintietfal e membro do Conselho Superior, Valdemir Chaves, apresentou que está na pauta da próxima reunião do CONSUP uma minuta para regulamentar o afastamento parcial dos TAEs que não passou por discussão na CIS.

 

 

Portarias

 

A categoria avaliou que o novo formato de ponto adotado pelo IFAL não se adequa à realidade educacional e que o fim da jornada de trabalho flexibilizada prejudica os TAEs e o próprio funcionamento da Instituição.

 

“Já reunimos duas vezes com a Reitoria nesses últimos dias e apesar do Reitor mostrar-se sensível e aberto ao diálogo mantém as portarias que dificultam o dia-a-dia da instituição. Na própria Reitoria faltam locais de trabalho para todos os TAEs diante do aumento da jornada de trabalho”, afirmou a vice-presidenta do Sintietfal, Silvia Regina.

 

O diretor administrativo adjunto do Sintietfal, Valdemir Chaves, defendeu que os servidores questionem administrativamente o máximo de irregularidade ou inconsistência do sistema nesse período de testes.

“Esse controle de ponto não funciona e não satisfaz as necessidades de uma instituição de educação. Com esse tipo de mecanismo, as Gestões de Pessoas vão se tornar gestores do ponto, carimbadores de ponto. Ao invés de estar preocupados com os trabalhadores, com suas aulas, com os conteúdos, só vão se preocupar com o cronômetro regressivo, com a ampulheta”, afirmou o dirigente sindical.

 

A categoria referendou as decisões tomadas na última assembleia: manter-se mobilizados, questionar administrativamente as 30 horas, dando apoio às ações da CIS, e judicializar o procedimento que instituiu o ponto eletrônico. Além disso, a orientação do Sindicato é construir argumentos para demonstrar que as portarias do Reitor são impraticáveis.

 

Reposição 

Outro ponto de pauta da Assembleia foi a reposição da greve. A postura apresentada pelo Sintietfal nas reuniões com o Reitor segue a linha do Sinasefe que é a reposição de conteúdo. As últimas reuniões com a reitoria não avançaram muito sobre esse tema. A gestão se colocou que esperaria a deliberação do CONIF e que respeitaria os acordos firmados nos câmpus. Só intercederia naqueles que não tivessem consenso entre os servidores e os Diretores locais.

 

O professor Leônidas Leão, do Câmpus Maceió, mostrou-se insatisfeito com a postura de gestores que não consultam o conjunto de seus servidores e deliberam de maneira autocrática. Ele defendeu que os servidores devem, acima de tudo, ter compromisso com o conteúdo que está sendo repassado ao aluno.

 

Plena do Sinasefe

A Assembleia Geral deliberou por unanimidade pela participação da servidora Elaine Lima (Murici) como representante da base na 148ª Plena do Sinasefe, que ocorrerá dias 18 e 19 de fevereiro, em Brasília. A servidora e diretora do Sintietfal participará também de reuniões de Grupos de Trabalho do Sinasefe de Políticas Educacionais, Seguridade Social e Combate às Opressões, dias 16 e 17/02.
 

Conselho Fiscal


 

Outro tema em pauta na Assembleia foi o Conselho Fiscal do Sintietfal. Prestes a completar um ano de gestão, a diretoria sindical busca a participação de servidores filiados para compor o conselho fiscalizador das contas e do patrimônio da entidade. Os três membros titulares e três suplentes devem ser eleitos por assembleia geral, convocada para este fim.

 

Os tesoureiros do Sintietfal fizeram um balanço da transparência adotada pela atual gestão e apresentaram a importância de eleger um conselho de servidores para fiscalizar a entidade. “Mesmo que não seja exigido pelo nosso estatuto, temos publicado uma prestação de contas trimestral em nosso site. Esse é um esforço importante para deixar o servidor a par dos recursos e recuperar a credibilidade da entidade, visto o histórico negativo que tinha. Agora, precisamos eleger esse conselho para dar ainda mais transparência”, afirmou Gabriel Magalhães, tesoureiro do Sintietfal.

15 de fevereiro de 2017

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