5 DE OUTUBRO: Todos por uma Escola sem Mordaças
O 5 de outubro foi definido pela Frente Nacional Escola Sem Mordaça como o dia de lutar contra o Projeto de Lei “Escola Sem Partido”. Os servidores do IFAL, em assembleia geral, definiram aderir a esta mobilização nacional e realizar atividades sobre o tema nos câmpus do IFAL.
A data tem o objetivo de estimular o debate crítico dos projetos que impõem a "Escola Sem Partido". Diversas entidades, em todo o Brasil, se organizam para promover atividades como panfletagens, rodas de debate, manifestações de rua, exibição de documentários, aulas e atos públicos, etc.
O Sintietfal orienta os servidores a se reunirem para pensar atividades em cada município onde funciona o IFAL. Realizar aulas públicas, debates e atos que dialoguem com estudantes e a população em geral alertando os riscos de tal projeto. Confira abaixo algumas sugestões do sindicato de textos e vídeos para estimular o debate:
- Escola Sem Partido – Leandro Karnal no Roda Viva (Vídeo)
- Ensino – Porta dos Fundos (Vídeo)
- Na prática é difícil e Escola sem Partido: charges.com.br (Vídeo)
- “Escola sem partido”: imposição da mordaça aos educadores – Gaudência Frigotto (texto)
- A Lei da Mordaça – Elizabete Patriota (texto)
- Frente Nacional contra o Projeto Escola Sem Partido é lançada no Rio de Janeiro (notícia)
Debate no câmpus Maceió
Em consonância com Dia Nacional por uma Escola Sem Mordaça, a Coordenação de Ciências Humanas (CCH) e a Coordenação de Linguagens e Códigos (COLIC) promovem um debate com os estudantes do ensino médio nesta terça-feira (4), às 12h, no pátio do câmpus Maceió. O Sintietfal apoia a atividade, que também busca conscientizar e esclarecer a estudantada sobre a MP do Ensino Médio e a PEC 241.
Sobre a Frente Nacional
A Frente Nacional Escola Sem Mordaça reúne centenas de signatários em luta pela defesa da liberdade de expressão e de opinião nos estabelecimentos de ensino e contra quaisquer formas de opressão, violência e censura aos profissionais da educação. A Frente foi lançada em 13 de julho no Rio de Janeiro-RJ, nascendo a partir da aglutinação de centrais sindicais, sindicatos, partidos políticos e mandatos de esquerda, intelectuais, movimentos sociais, estudantis e populares em torno da luta contra a censura e a liberdade de opinião nos estabelecimentos de ensino.


